Feriado de 9 de julho: Veja o que abre e fecha em Valinhos
Dia da Revolução Constitucionalista
Confira o abre e fecha do feriado de 9 de julho em Valinhos
Serviços de urgência e emergência funcionam normalmente durante o feriado, assim como espaços de lazer
Durante o feriado do Dia da Revolução Constitucionalista, em 9 de julho, os serviços públicos essenciais, de urgência e emergência de Valinhos funcionam em sistema de plantão. Já os serviços administrativos nas repartições públicas do município serão suspensos na segunda (8) com ponto facultativo, no feriado de terça-feira (9) e retomados na quarta-feira (10).
O DAEV (Departamento de Água e Esgoto de Valinhos) funciona 24 horas através da central de atendimento pelo telefone 0800-013-3839, assim como a Guarda Civil Municipal, com atendimento pelo telefone 153, e Defesa Civil, através do telefone 199.
A Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) 24 horas e a Unidade de Atendimento Pediátrico, Ginecológico e Obstétrico de Valinhos, conhecida como ‘Upinha’, funcionam normalmente. Já as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) estarão fechadas na segunda e terça-feira, retornando o atendimento na quarta-feira, dia 10.
O transporte público, realizado pela ‘Sou Valinhos’, operará com com os horários estipulados para feriados (consulte os horários de ônibus em Valinhos aqui). O Cemitério Municipal ficará aberto normalmente, das 8h às 17h. A coleta de lixo doméstico também funcionará normalmente, conforme a programação semanal de cada bairro. Os ecopontos da cidade estarão fechados durante o feriado na terça-feira (9), mas funcionarão normalmente na segunda-feira (8), das 7h30 às 16h30.
Os espaços de lazer abertos ao público funcionarão normalmente neste feriado, entre eles o Centro de Lazer do Trabalhador (CLT) Ayrton Senna da Silva (das 6h às 21h) e o Parque Municipal Monsenhor Bruno Nardini (Parque da Festa do Figo), das 6h às 22h.
9 de julho é feriado de que?
O dia 9 de julho é feriado em todo o estado de São Paulo devido à Revolução Constitucionalista de 1932, um movimento contra o então presidente Getúlio Vargas, que governava o Brasil sem Constituição. Este feriado é estabelecido pela Lei Estadual nº 9.497/1997, proposta pelo deputado Guilherme Gianetti, que reconhecia a importância da data como “símbolo da resistência paulista e do esforço pela redemocratização do país”. A Lei foi sancionada na época pelo governador Mário Covas.
